Imagem

Imagem

Nota  —  Publicado: 13 de junho de 2012 em Uncategorized


 

#Ação em São Paulo.
Você pode ajudar muito comparecendo e convidando seus amigos para participar. Se quiser, traga instrumentos de percussão, ou panelas para bater. Entendemos que a divulgação boca-a-boca e o forte envolvimento de cada um dos presentes é FUNDAMENTAL para o sucesso desta série de iniciativas. Esta Manifestação Pública de Protesto é inteiramente desvinculada de aspectos político-partidários, constituindo-se num movimento de protesto de cidadãos brasileiros, em solidariedade aos povos de Pinheirinho, atingidos pela especulação imobiliária, cheia de irregularidades e violações aos direitos humanos.

Temos um período de tempo muito curto para espalhar uma mensagem muito importante – e o poder da web pode ajudar. Temos um evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/367842883235080/

Dia: 23 de Fevereiro de 2012
Local: Vão do Masp, Avenida Paulista
Horário: 09:00 às 18:30 hs

O M.A.O.U. propõe para o ATO GLOBAL  a união de pessoas interessadas em produzir coletivamente ações artísticas nos diversos espaços da cidade, de maneira a criar novas relações com o território vivido cotidianamente pelos habitantes da nossa metrópole – sejam eles artistas ou não. Visamos ampliar os horizontes de atuação nos espaços públicos por meio da arte urbana e para este evento propomos a realização de intervenções artísticas de forma itinerante, com performances, recitais de poesias, sons promovidos de forma orgânica, instalações e live painting.
Realizaremos mapas colaborativos a partir das ações em diversos pontos da cidade, ocupações artisticas transterritorial. Para as pessoas interessadas participarem, postaremos nas redes sociais os pontos que iremos transitar e os já transitados.

 

Nós, somos um grupo de 80 pessoas que já organizaram eventos em diversos lugares do mundo. Nos posicionamos contra a desocupação do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), realizada pela Tropa de Choque, sob o comando do governador Geraldo Alckmin, que foi executada no dia 22/01. Acreditamos que moradia é uma questão social e isso não pode ser tratado como caso de polícia, ainda mais quando existem tratativas avançadas para a regularização da área, onde vivem 9000 pessoas. Queremos, repudiar a postura do prefeito Eduardo Cury (PSDB) de ignorar para a população do Pinheirinho e, na prática, apoiar a reintegração de posse ordenada pela Justiça local e que pode ter provocado a perda de muitas vidas. Na próxima quinta, 23/02 (um mês depois), o mundo vai às ruas para protestar contra a desocupação ocorrida do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (SP) . E diversos países nos cinco continentes realizarão atos de solidariedade em frente às Embaixadas/Consulados brasileiros. Participe!  Somos todos Pinheirinho!  ------------------------------------------------------------------------------------------  We are a group of 80 people who have organized events in several places in the world. We stand against unemployment Pinheirinho neighborhood in Sao Jose dos Campos (SP) by the Shock Troops under the command of the governor Geraldo Alckmin, that was executed on 22/01. We believe that housing is a social issue and that can not be treated as a police matter, especially when there are advanced negotiations for the settlement of the area, home to 9000 people. We repudiate the position of Mayor Eduardo Cury (PSDB) to ignore the population of Pinheirinho and in practice, support the return of property ordered by the local Court andmay have caused the loss of many lives. Next Thursday, 23/02 (one month later), the world goes into the streets to protest the eviction occurred Pinheirinho neighborhood in Sao Jose dos Campos (SP). And several countries on five continents will perform acts of solidarity in front of the Embassies / Consulates in Brazil. Join!  We are all Pinheirinho!

Nós somos um grupo de 80 pessoas que já organizaram eventos em diversos lugares do mundo. Nos posicionamos contra a desocupação do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), realizada pela Tropa de Choque, sob o comando do governador Geraldo Alckmin, que foi executada no dia 22/01. Acreditamos que moradia é uma questão social e isso não pode ser tratado como caso de polícia, ainda mais quando existem tratativas avançadas para a regularização da área, onde vivem 9000 pessoas. Queremos, repudiar a postura do prefeito Eduardo Cury (PSDB) de ignorar para a população do Pinheirinho e, na prática, apoiar a reintegração de posse ordenada pela Justiça local e que pode ter provocado a perda de muitas vidas.
Na próxima quinta, 23/02 (um mês depois), o mundo vai às ruas para protestar contra a desocupação ocorrida do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (SP) . E diversos países nos cinco continentes realizarão atos de solidariedade em frente às Embaixadas/Consulados brasileiros. Participe!

Somos todos Pinheirinho!

——————————————————————————————

We are a group of 80 people who have organized events in several places in the world.
We stand against unemployment Pinheirinho neighborhood in Sao Jose dos Campos (SP) by the Shock Troops under the command of the governor Geraldo Alckmin, that was executed on 22/01. We believe that housing is a social issue and that can not be treated as a police matter, especially when there are advanced negotiations for the settlement of the area, home to 9000 people. We repudiate the position of Mayor Eduardo Cury (PSDB) to ignore the population of Pinheirinho and in practice, support the return of property ordered by the local Court andmay have caused the loss of many lives.
Next Thursday, 23/02 (one month later), the world goes into the streets to protest the eviction occurred Pinheirinho neighborhood in Sao Jose dos Campos (SP). And several countries on five continents will perform acts of solidarity in front of the Embassies / Consulates in Brazil. Join!

We are all Pinheirinho!


Tempos modernos. A especulação imobiliária “evoluiu” para o canibalismo imobiliário. Essa criatura, híbrida da ganância e da insensatez, é dotada de um apetite voraz. Devora as entranhas de milhares de histórias, infinitos horizontes e espetaculares paisagens.

Os custos do empilhamento humano e do adensamento urbano são sempre compartilhados com os condenados, vítimas do extermínio acelerado do mínimo que nos resta de uma agonizante qualidade de vida. Em contrapartida os lucros acumulados com essa política predatória, invariavelmente, são concentrados em poucas mãos. Naquelas que, abastecidas com o capital, fogem dos congestionamentos das vias térreas pelas vias aéreas. Se refugiam em paraísos privativos protegidos por toda a segurança que o dinheiro pode comprar. E nós pagamos o pato, os gatos e os ratos de injustiças que não são baratas.

O Coletivo 132 é constituído por artistas (urbanos/humanos) cujos trabalhos são internacionalmente reconhecidos que, há mais de três anos, compartilham o mesmo número da Rua Nilo (a dois passos do Paraíso/Metrô – SP – Brasil) e desenvolvem, movidos pelos princípios da paz e da sutentabilidade, um trabalho originado e destinado a um coletivo.

Este espaço, em sua curta existência, já recebeu mais de uma centena de artistas do Brasil e do mundo. Serviu, como não poderia deixar de ser, de cenário para troca de experiências, vivências, reflexões e amadurecimento de projetos voltados à valorização da arte como instrumento de evolução, transformação e resgate de cidadãos que, involuntariamente, são marginalizados por um modelo cruel, competitivo e individualista, gerador contumaz de vítimas anônimas.

O número 132 da rua Nilo, assim como quase duas dezenas de residências da mesma quadra, entrou para o cardápio de Natal da besta-fera. A resistência da(o) proprietária(o) do imóvel 132 deu uma sobrevida aos sonhos e aos projetos do coletivo que alugava a residência. A data limite para a entrega do imóvel foi definida pela Incorporadora Teixeira Duarte para o dia 30 de dezembro.

Cientes que a existência daquele conjunto de casas está com os dias contados diversos artistas da França, Austrália, Argentina, São Paulo e de muitos outros estados brasileiros, de passagem pela capital paulista, fizeram questão de deixar um registro nas inúmeras paredes, impregnadas de antigas histórias que, sem o veredicto de um júri popular, estão condenadas a serem transformadas em entulho.

Esta movimentação (combustão artística espontânea) gerou em poucos dias nos interiores e exteriores dos condenados imóveis um patrimônio que merece ser registrado, estudado e, não importa em qual tipo de suporte, na medida do possível, eternizado.

Reivindicamos, portanto, uma dilatação do prazo de permanência das obras, dos artistas, pesquisadores, jornalistas, críticos e historiadores naquele local. Antes que as margens do Nilo sejam inundadas por novas, estranhas e efêmeras “catedrais”.

Este prazo estendido para a desocupação dos imóveis é fundamental para que possamos levar a cabo esse trabalho de registro destas manifestações artísticas, bem como, desde que haja disposição por parte dos antigos moradores, registrarmos também alguns fragmentos de suas histórias. Sabemos que os novos ocupantes do futuro empreendimento imobiliário não são vítimas de remoção de periféricas áreas de risco. Nem mesmo são alguns dos incontáveis hóspedes dos baixos de pontes e viadutos urbanos da Paulicéia esgotada. Tampouco, é certo, será o palco do jogo de abertura do mundial de futebol 2014. Menos ainda, pelo pouco que sabemos, a futura obra abrigará creches para atender milhares de crianças que dependem desse tipo de equipamento. Então, assim sendo, tamanha urgência em acelerar as obras, não se justifica, senão pelo imediatismo predatório da multiplicação dos cifrões.

In-cômodo(s) e incomodados …Eu era feliz e não sabia?!?!?!
Se festas ocasionais promovidas pelos artistas (moradores eventuais e/ou fixos) do 132 da Rua Nilo incomodaram alguns vizinhos só nos resta lamentar pelos transtornos. Esperamos que doravante a sinfonia das britadeiras, betoneiras e todos os instrumentos que compõem as orquestras que executam “grandes obras clássicas” mereçam a mesma tolerância por parte dos que não poupam esforços para manifestar suas indignações com as alegrias alheias. Esperamos ainda que os novos vizinhos, cada um com seu veículo, não congestionem ainda mais as outrora pacatas ruas, afluentes e delta, do grande rio que já testemunhou muitas primaveras.

A cidade muda.
O cidadão cala.
A especulação escala.
A natureza grita.
E o tempo???

URGE…. R E A J A ! ! ! ! !

VENHA RE-EXISTIR COM A GENTE!!!

MAOU – Movimento Artístico de Ocupação Urbana... e quem mais vier.

 

EXPEDIÇÃO ARTÍSTICA PLANISFÉRIO

Publicado: 29 de novembro de 2011 em Uncategorized

CONCLAMAÇÃO À  EXPEDIÇÃO PLANISFÉRIO _ MAOU

BEM VINDOS, PARTICIPEM!!!

O TRÂNSITO é um hiato entre dois lugares_ um homem dentro de um carro está “entre”. A indagação sobre os sentidos do que possa ser esse “estar entre” é que nos parece hoje de grande importância. Na cidade_ o deslocamento das pessoas se dá como que dentro de um nevoeiro: o olhar é velado por uma cegueira funcional. O olho passeia sem se dar conta, sem devorar o que vê_ passeio anônimo e impessoal. E todos somos arrebatados, vez por outra, por essa cegueira. É próprio do hábito, da rotina insensibilizar o olhar.
Conclamamos_ aqui_ pela necessidade de um trânsito que busca DESTILAR O CONTRAVENENO dessa cegueira funcional.

UMA CURVA ENTRE AS DISTÂNCIAS. Se, por um lado, é preciso ter um norte para percorrer o trajeto, por outro, a proposta é também desnortear. Porque acreditamos que é só, desnorteado, transitando à deriva é que se pode ver a cidade, enxergar ao revés dentro do nevoeiro onde em geral só se conduz aos lugares programados. Trata-se de um trajeto que não traça uma linha reta, funcional e objetiva, a ligar dois pontos.
A Expedição PLANISFÉRIO é uma curva entre as distâncias, no sentido de que se trata de um descolamento que é um gasto_ um desgaste do olhar que apenas mira o ponto de chegada e não habita o caminho como um lugar.

Essa primeira Expedição PLANISFÉRIO é uma parceria do MAOU – Movimento Artístico de Ocupação Urbana com pessoas de São José dos Campos. A trajetória da Expedição, a ser realizada nos dias 10 E 11 DE DEZEMBRO, compreende a partida de Santo André, região metropolitana de São Paulo, onde surgiu o MAOU, indo até São José dos Campos.
Essas duas cidades têm bastante em comum. A característica principal é serem ambas regiões de alta concentração industrial. O propósito da Expedição é realizar esse trânsito que é habitação do lugar_ em busca de enxergar São José dos Campos, em diálogo com a experiência do MAOU, em diversas ações de ocupação artística de espaços urbanos.

De antemão, é válido lembrar que São José dos Campos constitui-se historicamente como um lugar de passagem, uma via localizada_ “estrategicamente”, dizem, entre as duas maiores capitais do pais. Assim, da sombria cidade, com sanatórios a que vinham se tratar tuberculosos, até a cidade industrial, sede de importantes instituições técnico-científicas e atravessada pela Rodovia Dutra, São José dos Campos se consolidou como uma um lugar de passagem. Como tal, São José dos Campos parece se apresentar cada vez mais como um “não-lugar”, pode-se dizer. “O não-lugar é o contrário da utopia: existe e não alberga sociedade orgânica alguma. E que de dia para dia, acolhe cada vez mais pessoas.”, como explica Marc Augé. A Expedição visa flagrar em que medida é possível contrariar essa característica da cidade de São José dos Campos. A proposta é passar habitando_ propor a habitação e discutir a possibilidade de novas formas artísticas de se relacionar com o meio urbano.

A Expedição PLANISFÉRIO terá início no sábado às 10h na “Casa do Olhar” localizado na Rua Campos Sales- 414 Centro- em Santo André, a primeira  parada será no Atelier 132 – Rua Nilo 132 Vergueiro ao lado do Centro Cultural São Paulo-SP, em seguida segue para São José dos Campos, com chegada por volta do meio dia. Nessa cidade, percorrerá várias praças e outros locais públicos, com sua primeira ancoragem no SESC por volta das 14h para um almoço coletivo. Na parte da tarde, a proposta é reunir os expedicionários e realizar intervenções na cidade.
No domingo, começaremos pela Feira do Jardim Colonial às 10h, seguindo para a Zona Norte no Parque da Cidade, passando depois pelo centro e terminando com um bate-papo no Parque Vicentina Aranha.




Palestra:

“Joseph Beuys e o abandono à arte” com Fábio Cypriano no 3. Ciclo Pensamento Alemão no Século XX

Café da Quebrada

Publicado: 4 de novembro de 2011 em Uncategorized

Queridos amigos, Faremos a apresentação do, através de uma oficina de discussões sobre questões da periferia.

Uma iniciativa do Fabiano Ramos TOrres, com o total apoio do Atividades Periféricas.

Vamos em um gostoso papo expressar nosso ponto de vista.